Nem o Pai Morre Nem a Gente Almoça

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Resposta – há quem diga que transcendente – para os acasos, coincidências e desfechos com que se desenha a existência, o Sr. Destino parece, aos olhos do mais comum mortal, a mais lógica explicação às linhas (por vezes tortas) que a vida vai descrevendo. Poderíamos desde já enveredar por uma espécie de céptica anarquia e afirmar, num grito, que esse tal Senhor simplesmente não existe, mas preferimos dar-lhe o benefício da dúvida e fazer uma visita ao seu hipotético reino, antes de profetizarmos qualquer apressada conclusão.

sinopse

Resposta – há quem diga que transcendente – para os acasos, coincidências e desfechos com que se desenha a existência, o Sr. Destino parece, aos olhos do mais comum mortal, a mais lógica explicação às linhas (por vezes tortas) que a vida vai descrevendo. Poderíamos desde já enveredar por uma espécie de céptica anarquia e afirmar, num grito, que esse tal Senhor simplesmente não existe, mas preferimos dar-lhe o benefício da dúvida e fazer uma visita ao seu hipotético reino, antes de profetizarmos qualquer apressada conclusão. Desenganem-se, no entanto, os que julgam que o seu altar está selado com a castidade da ordem, da disciplina, do optimismo, portanto. Também aqui, tal como no real que nos envolve, se emaranham a palhaçada burocrática, o conforto da autoridade sem mérito, a aparente submissão pela devoção, a falência de um domínio julgado intocável. E a esperteza de uns quantos – oficiais e foragidos – que, no meio deste jogo de escondidas com o rabo de fora, conseguem trocar as voltas ao senhor do Mundo. Se ele existe? Não cremos que esta viagem no foguetão desgovernado da curiosidade conduza a grandes respostas, mas sempre fica o retrato dos que nasceram para mandar, mas não aguentam a hora amarga da decadência.

informações

De 20 a 30 de Maio de 2010, no TUP

Reservas

As reservas podem ser efectuadas enviando um email para reservas@teatrouniversitariodoporto.com ou preenchendo o nosso formulário de contacto.

ficha técnica

Encenação: Sílvia Ribeiro
Máscaras: Jonas Ribeiro
Luz: Sílvia Silva
Produção: TUP
Agradecimentos: Eduardo Brandão, Rui Monteiro, ESMAE, TEP – Teatro, Experimental do Porto
Interpretação: Bernardo Braga, Carlos Casa Branca, Carolina Vaz-Pires, Diana Fernandes, Diogo Martins, Filipe Marinho, Helena Marinho, Helena Matos, Isabel Freitas, Joana Batista, Joana Guimarães, Pedro Ferreira, Rafael Lopes, Raquel Sousa, Regina Abreu